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How to create Windows 11 Bootable USB from Ubuntu / Linux

 How to write Windows 11 bootable usb from Ubuntu / Linux distros

While some suggest using Ventoy to create a Windows bootable USB, it often proves to be less user-friendly, especially for those using Linux distributions like Ubuntu 24.04. For a more straightforward and reliable method, I recommend using WoeUSB.

Let’s bypass the bureaucratic details and get straight to creating a Windows bootable USB from Ubuntu 22.04 or any other Linux distro.

1. Download the Windows 11 ISO

Visit the Microsoft download page to download the Windows 11 ISO file. The ISO file is approximately 6.8 GB in size.

2. Install required dependencies

You’ll need to install some dependencies to use WoeUSB. Open your Terminal and run the following command:

sudo apt install git p7zip-full python3-pip python3-wxgtk4.0 grub2-common grub-pc-bin ntfs-3g

3. Install WoeUSB-ng

3.0. Run the following command in your Terminal to install WoeUSB-ng:

sudo pip3 install WoeUSB-ng

3.1. After installation, find WoeUSB in your application launcher and open it.


3.2. In WoeUSB-ng, select your Windows 11 ISO file in the “Source” field.

In WoeUSB-ng, select your Windows 11 ISO file in the “Source” field.

3.3. Select your USB device and click on “Install”:

Select your USB device and click on “Install”:

3.4. In the confirmation window that appears, click “Yes” to proceed. 

In the confirmation window that appears, click “Yes” to proceed.

3.5. The process will take some time, so be patient.

Once the process is complete, safely remove your USB device. You can now use it to boot your computer.

3.6. Once the process is complete, safely remove your USB device. You can now use it to boot your computer.



Verification

To verify that everything is in order, check the contents of your USB device. It should contain the files necessary for a Windows installation.


Thank you for reading my tutorial. Please, do not hesitate to thank me for the tutorial if you feel this helped you in some way.

Fernando Paladini


DemocracyOS: trazendo a democracia para o século 21

[Fernando Paladini] DemocracyOS: trazendo a democracia para o século 21

Já faz algum tempo que há algo de novo sob a política nacional - talvez até mesmo mundial. Com o avanço da Internet, os debates políticos se tornaram cada vez mais frequentes - o que é muito estranho, dado o recente ódio que os brasileiros tinham pela política.

Não sei se isso resumia apenas a minha realidade, mas me recordo nitidamente dos tempos em que falar de política era um tabu e o chavão "eu não gosto de política" era mais comum que o pãozinho francês em padaria. Hoje, felizmente, há algo de novo sob o sol - proporcionado principalmente pela Internet e as redes sociais.

Um dos problemas centrais da política é a efetivação da chamada "democracia direta" ou "democracia plena", onde a população pode (se quiser) votar em todos os projetos de lei e decisões do governo - muito diferente de como acontece atualmente, onde precisamos eleger representantes e estes governam a seu bel-prazer.  Sim, nós temos um grande problema.

Nós somos cidadãos do século 21 fazendo o nosso melhor para interagir com instituições criadas no século 19 que são baseadas em tecnologias de informação do século 15 [papel].
(Pia Mancini, cientista política e uma das fundadoras do DemocracyOS)

O DemocracyOS propõe uma solução gratuita, open-source e baseada na tecnologia Blockchain (a ideia que faz a moeda digital descentralizada Bitcoin funcionar) para esse nosso grande problema democrático. Veja a excelente apresentação da Pia Mancini no TED Rio de Janeiro e descubra como podemos trazer a democracia para o século XXI.


Bora dar uma olhada no DemocracyOS?
Por Fernando Paladini.

Por que você deveria respeitar Karl Marx?

Karl Marx, o intelectual queridinho da esquerda.

Antes de mais nada, esse artigo é para todos. Seja você de esquerda, de direita, de centro, seja você um defensor do que é certo ou seja você um odiador da política, garanto que você deveria ler esse artigo.

Hoje é aniversário de um dos maiores e mais respeitados filósofos de todos os tempos, Karl Marx. Nascido em 5 de Maio de 1818, Marx foi um intelectual e revolucionário alemão que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista.

O pensamento de Karl Marx influenciou diversas áreas do conhecimento, entre elas estão a filosofia, a história, o direito, a sociologia, a literatura, a ciência política, a economia, a teologia e a antropologia.

As contribuições de Marx para a história estão longe de se resumirem na criação do comunismo científico, suas contribuições para a filosofia, sociologia e antropologia foram um ponto de inflexão na história da humanidade. Suas criações para tais áreas tem valor inestimável, basta perguntar a pessoas dessas áreas e se terá uma noção clara da importância de Marx (não adianta perguntar para quem tem pré-conceitos, obviamente). 


Sim, algumas teorias de Marx já foram refutadas e não são mais tomadas como verdade nos dias de hoje, mas isso tira o seu mérito? Newton também foi refutado por um sujeitinho chamado Albert Einstein, por isso deixamos de levar em conta suas contribuições para o mundo? Não, Newton ainda é um Deus e sempre o será, independente de quão errada suas teorias estejam daqui a 200 anos.

Não importa o que você é, não importa quem você é. Socialistas, capitalistas, comunistas, anarquistas, neoliberais, odiadores de política e sou-do-que-é-certo-istas não precisam apreciar Marx, gostar dele ou aceitar suas teorias, mas precisam respeitá-lo. Marx provocou profundas mudanças na sociedade, colocou a humanidade para frente. Foi um homem que estava a frente do seu tempo e obrigou a humanidade a acompanhá-lo, colocando-a um degrau acima do que estava. Marx foi tão importante para a humanidade quanto Ludwig von Mises (teórico de direita), Newton, Kepler, Kant, Rousseau, Copérnico, Platão e tantos outros. Assim como eles, Marx foi um gênio de seu tempo. 


Você não precisa aceitar os homens e mulheres que mudaram o mundo durante milênios, mas sem dúvida alguma precisa respeitá-los. Se chegamos aonde chegamos, foi porque nos apoiamos em alguém. 


"Se enxerguei longe, foi porque me apoiei nos ombros de gigantes”
(Deus da Física, Sir Isaac Newton)

Caso ainda não esteja convencido que é necessário respeitar pessoas que mudaram o mundo, vamos à última tentativa. Qual a sua contribuição para a humanidade mesmo?

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx
http://goo.gl/vlTvRZ 

http://goo.gl/hNIVP6

Que queimem-se as bandeiras do mundo

[Fernando Paladini] Que queimem-se as bandeiras do mundo! - crítica ao nacionalismo

Nacionalismo, a infame ideia que expressa o amor e devoção à pátria deveria ser considerada crime em todo o mundo. Sinceramente, há de existir muita ingenuidade em quem a cultua e burrice em quem a pratica, pare com essa besteira logo!

Esse sentimento provavelmente surgiu nos primórdios da humanidade, quando tal sentimento não era uma mera opção, mas uma necessidade. Naquela época, quando os homens ainda viviam em pequenos grupos e tribos, não se podia confiar no desconhecido e em outros grupos que você nunca vira pois poderia ser atacado a qualquer momento. O medo era um sentimento constante e cada novo passo representava um perigo de ataque em potencial. 

[Fernando Paladini] Que queimem-se as bandeiras do mundo! - crítica ao nacionalismo

Para época era óbvio que confiar em seu grupo era extremamente necessário, uma vez que se estava perdido em terrenos até então desconhecidos e não existia mais ninguém em quem confiar. Um grupo não sabia como o outro pensava - acabaram por lutar e morrer por milhares de anos sem perceber que ambos só queriam paz. 

Hoje, milhares de anos depois, esse sentimento de defender o seu "grupo" continua e tem o nome de nacionalismo. Mas...por quê? Conhecemos o nosso planeta inteiro, somos os seres mais inteligentes dentre todos os animais e os riscos de morrer por fome, por algum predador selvagem ou para outro "grupo" é muito, muito baixo (exceto o primeiro, que é comum, mas isso é devido à nossa economia e política). 

[Fernando Paladini] Que queimem-se as bandeiras do mundo! - crítica ao nacionalismo

Somos civilizados e em grande parte do tempo utilizamos a razão, todos buscamos a paz e sabemos como utilizar da linguagem para chegar a tal fim. Não corremos mais os riscos de nós mesmos - ou ao menos não deveríamos. Temos razão, sentimentos, lógica e sabemos nos comunicar uns com os outros; sabemos com toda a certeza que só queremos ser felizes e ter paz. 

Excluindo-se esse argumento (de "sobrevivência"), o que nos resta como base para sustentar o sentimento nacionalista? Apenas a ideia de que os do nosso "grupo" tem mais importância do que pessoas de outros "grupos". Novamente, por quê?

[Fernando Paladini] Que queimem-se as bandeiras do mundo! - crítica ao nacionalismo

Para você, qual a diferença entre uma criança argentina passando fome e uma criança brasileira passando fome? Na prática isso não faz menor diferença! Somos todos humanos, estamos todos no mesmo barco, não temos de nos temer, não temos de nos enganar! Não existem argumentos para sustentar o nacionalismo. 

Há milhares de anos esse sentimento nos foi útil, mas não precisamos mais dele, ele apenas nos destrói como sociedade humana. Agora, somos um só. Não há por que acreditar no nacionalismo e muitos menos em uma bandeira. Que queimem a bandeira da Argentina, mas que também queimem a bandeira do Brasil! 

Que queimem-se as bandeiras do mundo!

Referências: http://criticanarede.com/ed112.html
http://pensador.uol.com.br/nacionalismo/

SEO e as meta tags Dublin Core

[Fernando Paladini] SEO e as meta tags Dublin Core

Já faz algum tempo que gosto de me envolver e pesquisar sobre SEO - Search Engine Optimization -, é sem dúvida um campo de estudo muito legal. Recentemente (mas não muito), descobri um outro tipo de Meta Tags, meta tags que iam além dos simples name="description" e name="robots" (meta tags padrão) e dos mais complexos "og:title" (Open Graph - Facebook).

Conheci as meta tags Dublin Core, um conjunto de meta tags não muito conhecido mas ainda muito válido. Dublin Core "é um esquema de metadados que visa descrever objetos digitais, tais como, videos, sons, imagens, textos e sites na web.", segundo a Wikipédia. 

Abaixo, temos um exemplo de código das tags Dublin Core:
<meta name="DC.Title" content="Título">
<meta name="DC.Creator" content="Criador do conteúdo">
<meta name="DC.Subject" content="Assunto (tag)">
<meta name="DC.Description" content="Descrição">
<meta name="DC.Publisher" content="Publicador">
<meta name="DC.Contributor" content="Contribuidor">
<meta name="DC.Date" content="2014-02">
<meta name="DC.Language" content="en">
Agora uma aplicação real em um projeto meu, o "The History of Bitcoin":
<meta name="DC.Title" content="The History of Bitcoin, by Fernando Paladini">
<meta name="DC.Creator" content="Fernando Paladini">
<meta name="DC.Subject" content="Bitcoin">
<meta name="DC.Subject" content="History">
<meta name="DC.Subject" content="BTC">
<meta name="DC.Subject" content="Timeline">
<meta name="DC.Description" content="Discover the history of Bitcoin in an animated timeline.">
<meta name="DC.Publisher" content="Fernando Paladini">
<meta name="DC.Contributor" content="Fernando Paladini">
<meta name="DC.Date" content="2014-02">
<meta name="DC.Language" content="en">
Como você viu, é possível adicionar mais de uma vez a mesma meta tag, caso seja necessário. Vou criar um outro post especificamente para explicar de cada um desses campos, e enquanto isso não acontece, use esse Gerador de Tags Dublin Core.

Se quiser saber mais, fique a vontade para ler o site do projeto Dublin Core.

Estudantes da UFSC estão criando nova creche com formato inovador no Brasil


Você já ouviu falar no projeto de creche inovador que está sendo desenvolvido na UFSC? Não?? Não se preocupe, o projeto está sendo feito a portas fechadas, portanto mesmo que você estude na UFSC é provável que você não conheça esse projeto.

O modelo em desenvolvimento pretende revolucionar o funcionamento das creches no país e os desenvolvedores do projeto já esperam "exportar" o novo modelo de creche para alguns países da América Latina em breve.

O projeto tem como objetivo trazer a lógica de funcionamento dos Centros da UFSC (CTC, CCE, CSE, etc.) para a creche, ensinando as crianças a lidar como adultos em pontos específicos, como no gerenciamento de entidades e relacionamento inter-centros. Para que isso seja possível, além de uma estrutura inovadora que separa a creche em diferentes campus, a organização política também está sendo realizada através de Centros Acadêmicos e um DCE.

Toda a parte política acontece de forma muito similar a da UFSC, onde estudantes elegem uma chapa para o DCE e para o Centro Acadêmico específico do curso. Esse modelo é realmente sensacional, pois vai ensinar as crianças lições que elas só aprenderiam na universidade - mas como nem tudo são rosas, existem alguns problemas nesse modelo de creche.

Os Centros Acadêmicos devem gerenciar politicamente e socialmente o "curso", mas os "estudantes" e os "membros dos CA's" são crianças, logo não é difícil imaginar o resultado final. Lúcio, um dos desenvolvedores do projeto explicou:

"Nos testes iniciais as crianças sempre escolheram entreter e divertir os estudantes do curso, pois não tem responsabilidade para perceber a diferença entre o que querem e o que precisam fazer. Mas estamos certos que vamos solucionar esse problema em breve, e quando isso acontecer pretendemos buscar investimentos para construir a primeira creche do mundo com esse modelo."

Sem dúvida é um grande feito para os estudantes da UFSC. Parabéns ao Lúcio e toda a equipe que está desenvolvendo o projeto. Esse projeto incrível está sendo desenvolvido no Centro Tecnológico (CTC) da UFSC e já se mostra funcional nos primeiros testes realizados nas entidades que compõem o CETEC (Conselho de Entidades Estudantis do Centro Tecnológico).

De fato o tal estudo nunca existiu, mas não é difícil encontrar as características das crianças desse experimento ao nosso arredor, que o digam os Centro Acadêmicos do CTC.

Ingressei na equipe oficial de Traduções do Projeto Gnome

Entre na equpe oficial de traduções do Projeto Gnome!

Não faz muito tempo que entrei no mundo do software livre, mas já posso me declarar um apaixonado por esse Novo Mundo. Já tenho dezenas de ideias de projetos open-source que pretendo criar no futuro, mas como estou sem tempo nenhum devido a universidade e ao curso técnico, resolvi procurar uma maneira de ajudar que não necessitasse tanto tempo.

Uma das maneiras mais fáceis de ajudar é dando feedback sobre os sistemas utilizados por você, ou seja, enviar críticas construtivas, sugestões de melhoria e avisos de erros. Mas sinceramente, acredito que poderia ser mais útil aos projetos open-source.

Sabendo disso, fui atrás de outras formas de colaborar com esses projetos livres. Encontrei uma forma bem interessante: traduções. Isso é particularmente interessante para mim pois já traduzi diversos programas quando mais novo, alguns de que me recordo são System Ninja, CCEnhancer, iSpy e mais alguns.

O primeiro projeto de tradução de software livre que encontrei na internet foi o Gnome Translation Project, o grupo de tradução oficial do Gnome Project. Entrei em contato com o pessoal da equipe brasileira e fui muito bem recebido, obtive todas as respostas que precisava e só me entusiasmei mais com o projeto.

Agora já inicie a tradução da documentação do Terminal do Gnome. Estou muito contente por poder ajudar em algo, e recomendo para quem deseja ingressar no mundo do software livre o mesmo. Portanto se você quer começar a ajudar projetos legais em seu tempo livre, e ainda ganhar reconhecimento por isso, um bom começo é no Gnome Translation Project.  

SENAI: Uma crítica


Em toda a sua excelência tecnológica, o SENAI não se cansa de dizer que é um dos principais formadores de técnicos no país, que é a Indústria do Conhecimento. De fato, milhares de jovens e adultos são capacitados por esse sistema de ensino voltado à indústria. Esses indivíduos, agora capacitados, preenchem  vagas do mercado, acelerando e desenvolvendo a economia brasileira. 

O SENAI se orgulha disso, e isso fica mais evidente quando andamos pelos corredores do SENAI e vemos seus colaboradores repetirem esses brados a plenos pulmões: “O SENAI é a Indústria do Conhecimento”, “O SENAI forma profissionais capacitados para o mercado”, “O SENAI cria oportunidade a jovens e adultos não capacitados”, etc.

  É evidente que lutamos por um mundo mais justo, igualitário e inclusivo.  Para isso, no sistema político-econômico atual precisamos do desenvolvimento de tecnologia de ponta. Se temos desigualdade porque não temos alimentos o suficiente para distribuí-los em todo o mundo, então precisamos de mais tecnologia para produzir mais com menos, chegando a quantidade necessária para acabar com a fome no mundo. 



Partindo de outro ponto de vista, é óbvio que isso é falso, uma vez que o problema não está na produção mas sim na distribuição desses alimentos. Após longas análises chegaríamos a conclusão de que só poderíamos resolver esse problema se destruíssemos o sistema de produção atual e criássemos um novo em que a produção seja voltada às necessidades e não ao mercado, podendo assim distribuir a produção entre todos, mas isso foge do escopo desse artigo. 

Retornando dessa pequena digressão, precisamos de tecnologia, precisamos de muita tecnologia para poder, no máximo, reduzir os nossos problemas com a desigualdade, precisamos de cientistas. 

  O SENAI capacita indivíduos para o mercado, de acordo com as solicitações e as necessidades do mercado naquele momento.  Esse ótimo sistema de educação forma profissionais capacitados para operar as máquinas e atender as expectativas desse mercado - apenas isso, profissionais capacitados para operar máquinas (não importa se eles, de fato, não operam uma máquina).  Quando se capacita alguém para uma vaga que o mercado está precisando não é criado um gênio, um pensador ou um inventor, é criado apenas um operário que atenderá as necessidades do mercado naquele momento. 

Esse é o ponto central da minha crítica, o SENAI não investe em alguém para torna-lo um gênio, para resolver problemas da sociedade, investe para resolver o problema de um empresário que está sem operários capacitados. Operários só sabem o necessário, não extrapolam os limites, não pensam diferente. As universidades formam pessoas, indivíduos que em geral não querem trabalhar em uma empresa, querem mudar o mundo com soluções inovadoras. Profissionais que não querem dar a sua inteligência a um empresário por preço de banana, profissionais que querem desenvolver seus próprios meios para melhorar o mundo. 



É por isso que a formação técnica é um atraso para a humanidade, ela mantém o status quo por necessidades do mercado. As necessidades do mercado não são as necessidades da sociedade, são as necessidades que dão mais lucros ao empresário. 

  Só espero que, após esta, os colaboradores do SENAI pensem sobre os bordões do SENAI antes de repeti-los. Do contrário, continuarão sendo papagaios repetindo algo sem se dar conta do que isso realmente significa.